Quando se fala em inteligência artificial, talvez a primeira coisa que venha à sua mente seja BIG TECHs e Vale do Silício. Mas tem empresa brasileira que também tem crescido neste mercado. | ||
Uma delas é a NoHarm, startup de AI criada por dois irmãos brasileiros para reduzir erros médicos. Atualmente, está presente em cerca de 200 hospitais e analisa milhões de prescrições por mês — além de funcionar gratuitamente no SUS. | ||
Como funciona: A tecnologia cruza dados clínicos e identifica riscos em receitas médicas antes do medicamento chegar ao paciente. A AI não decide sozinha: alerta, e o farmacêutico avalia. | ||
Em um hospital público de Minas Gerais, por exemplo, a taxa de prescrições analisadas saltou de 0,6% para 49%, enquanto os erros caíram de 13% para apenas 0,3%. | ||
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Curiosidade: Mesmo reconhecida globalmente — a cofundadora Ana Helena Ulbrich entrou para a lista da TIME das 100 pessoas mais influentes do mundo em AI — a NoHarm recusou até R$ 10 milhões em investimentos para manter o acesso gratuito no sistema público. | ||
O projeto é todo financiado por investimentos sociais e por contratos com hospitais privados. |