Poucas vezes o país se debruçou tanto sobre o 7 de Setembro quanto nos últimos três anos, com a ascensão do presidente Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Nenhum presidente na história recente do país, após a Constituição de 1988, deu tanta importância à data comemorativa da Independência do Brasil quanto ele.
Não há dúvida, nos quatro recantos do país, que é um governo patriótico que sente e respira uma de nossas datas magnas, com o grito do Ipiranga e os valores democráticos, nacionais, sem qualquer vergonha e constrangimento.
E, naturalmente, isso incomoda aqueles que não comungam do mesmo sentimento pátrio e não valorizam, com a devida relevância, os fatos históricos do país com a presença das Forças Armadas —como na Proclamação da República, para ficar apenas num episódio emblemático, que mudou o regime político da época.
Sou testemunha de como o presidente se mobiliza, vivencia e se empolga com o 7 de Setembro e seus significados político, histórico e patriótico. Só mesmo as restrições sanitárias da pandemia o impediram, nos últimos dois anos, de fazer um desfile militar à altura de sua expectativa e da vontade popular.
O amor e a devoção do presidente Bolsonaro pela pátria e seus símbolos se estendem aos brasileiros. Também testemunhei, como secretário de Comunicação da Presidência da República, a sua desmedida preocupação com os problemas da nação. Vi a tristeza nos seus olhos quando o povo brasileiro sofria por qualquer motivo. E a sua presteza em resolver logo o problema que aflige a população. Vi que algumas decisões do presidente não tinham a racionalidade de um governante, mas sim a de homem com um coração do tamanho do país que governa.
Nos dois anos de convivência diária pude apreender muito de sua resiliência, de sua enorme capacidade de superar obstáculos de qualquer ordem. Desde que o conheci, quando o seu percentual de intenção de votos ainda estava bem distante dos dois dígitos, o então deputado federal carregava consigo a certeza da vitória e a resiliência daqueles que sabem aonde vão chegar.
Mas nenhum episódio marcou tanto a sua capacidade de superação e de recuperação quanto a covarde facada que sofreu em Juiz de Fora (MG), coincidentemente na véspera de um 7 de Setembro, o de 2018! Nem mesmo a série de cirurgias abalou o seu moral.
Quando a Covid-19 chegou e assolou o planeta, ele assinou todos os cheques necessários e liberou bilhões de reais para minimizar o sofrimento do povo brasileiro. Deu liberdade para todos os ministros e pastas agirem no sentido de realizar as ações para combater a pandemia.
Jamais vi o presidente Bolsonaro abatido ou vacilante em suas ideias. O que me motivava era poder auxiliá-lo na difícil tarefa de reconstruir um país arrasado por três gestões catastróficas, que atingiram os mais caros valores da sociedade: a honestidade, a liberdade e a dignidade do povo brasileiro.
“Shaná Tová Umetuká” (que tenhamos “um ano bom e doce”).


![Vocês que devem dar o norte para todos nós que estamos em Brasília. E esse norte será dado com muito mais ênfase, com muito mais força no próximo dia 7 [de Setembro]](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/09/01/1630526524612fdc3ce4c13_1630526524_3x2_md.jpg)
![Creio que chegou a hora, de nós, no dia 7 [de Setembro], nos tornarmos independentes para valer. E dizer que não aceitamos que uma ou outra pessoa em Brasília queira impor a sua vontade. A vontade que vale é a vontade de todos vocês](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/09/01/1630526530612fdc427646d_1630526530_3x2_md.jpg)


!["Essa [manifestação] agora, a grande pauta vai ser a liberdade de expressão. Não pode uma pessoa do STF e uma do TSE se arvorarem agora como as donas do mundo e que tudo decidem no tocante a esse ponto, liberdade de expressão"](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/09/01/1630526537612fdc4946b21_1630526537_3x2_md.jpg)

!["Dia 7 [de setembro] é uma data marcante para todos nós. É a nossa independência que está completando 199 anos. Agora, a nossa liberdade está sendo ameaçada novamente por parte de um ou dois aqui de Brasília. Nós não podemos nos submeter a um ou dois. Isso não é uma ditadura"](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/09/01/1630526537612fdc49afa89_1630526537_3x2_md.jpg)











!["É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou por algum ser humano [que] ingeriu um animal inadequado. Mas está aí. Os militares sabem que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra?", disse o presidente em insinuação à China. "Qual o país que mais cresceu seu PIB [Produto Interno Bruto]? Não vou dizer para vocês."](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/05/06/162033246360944fafe3f31_1620332463_3x2_md.jpg)

!["Pelo que parece, tem uma família [de brasileiros] na região onde o vírus está atuando. Não seria oportuno a gente tirar de lá [China], com todo o respeito. Pelo contrário, agora não vamos colocar em risco nós aqui por uma família apenas." (28.jan)](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2020/07/08/15942262235f05f62f28c22_1594226223_3x2_md.jpg)

















!["Vou ligar para o [ministro da Saúde, Luiz Henrique] Mandetta. Eu não sou médico, não sou infectologista. O que eu ouvi até o momento [é que] outras gripes mataram mais do que esta." (11.mar.)](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2020/04/05/15861338405e8a7b5096734_1586133840_3x2_md.jpg)



![E agora tem essa conversinha de segunda onda. Tem que enfrentar se tiver [segunda onda] porque, se quebrar de vez a economia, seremos um país de miseráveis (13.11.20)](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/03/24/1616615464605b98285749b_1616615464_3x2_md.jpg)









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