A segunda resposta carrega algo de fantasmagórico. Talvez existam fenômenos emergentes que ainda não detectamos pelos quais as máquinas, a fim de prever melhor a próxima palavra, acabam criando sistemas internos de representação (modelos de mundo) que seriam um correlato da compreensão humana. É um prato cheio, não para poetas, mas para ficcionistas do tipo Mary Shelley com seu Frankenstein.
Qualquer que seja a solução, a criatividade depende menos de musas do que de experimentar, avaliar e modificar, tantas vezes quantas se fizerem necessárias. Poetas estavam errados, mas, diferentemente de Platão, não vejo razão para bani-los da República.
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