O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) anunciou nesta quinta-feira (5) que deixará o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no dia 4 de abril –data limite para a chamada desincompatibilização de ocupantes de cargos públicos que pretendem disputar eleições.
"Mas está longe. Já está [acontecendo] o bota-fora?", brincou, quando questionado durante coletiva de imprensa sobre a balança comercial de fevereiro, no ministério. Ele deixou o evento para se dirigir ao Palácio do Planalto, onde participa de agenda com o presidente Lula.
O papel de Alckmin nas eleições de 2026 ainda não foi definido. Embora uma ala do governo veja uma nova candidatura à vice-presidência como natural, há governistas que também falam em escalar um candidato de outro partido.
Em entrevista à Folha na semana passada, por exemplo, o ministro da Educação Camilo Santana (PT) disse que o MDB tem bons nomes que poderiam ocupar a vice, como o ministro dos Transportes Renan Filho e o governador do Pará, Helder Barbalho.

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