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As pessoas estão procurando outro tipo de networking na plataforma. O cansaço com os apps de namoro tradicionais está empurrando usuários para encontrarem seu par entre perfis profissionais — mesmo com o LinkedIn proibindo investidas românticas. | ||
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Mas por que alguém iria procurar sua metade por lá? Pense que o LinkedIn hoje oferece o que Tinder e Bumble não dão de graça: uma foto nítida, o nome completo e, acima de tudo, um histórico profissional completo. | ||
Isso importa porque ter um emprego estável é considerado "muito importante" na hora de escolher um parceiro por 78% das mulheres solteiras nos EUA, contra 46% dos homens. | ||
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Mas o comportamento é geracional... Os millennials (33%) e a gen Z (27%) usam o LinkedIn para investigar pretendentes bem mais que a Geração X (19%) e baby boomers (6%) — mesmo com mais da metade dos entrevistados temendo que isso manche a sua reputação profissional. | ||
O Brasil é o terceiro maior mercado do LinkedIn no mundo, atrás apenas de EUA e Índia, com cerca de 80M de usuários — o equivalente a 1 em cada 4 brasileiros na plataforma. Resta saber se a tendência de transformar conexões em contatinhos vai crescer por aqui. |

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