segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Terreno da Comabem vai a leilão para pagar credores; dívida é de R$ 23 milhões, FSP

 

São Paulo

A massa falida da Comabem Alimentação colocou a leilão um terreno de 23,6 hectares, o equivalente a 33 campos de futebol. O imóvel teve lance inicial de R$ 16,6 milhões e o valor arrecadado será destinado aos credores da empresa, que tem dívida de R$ 23 milhões. O certame termina nesta terça-feira (1º).

Vista aérea mostra área de vegetação densa e clareira com solo exposto próxima a campo de futebol. Acima, rodovia com tráfego moderado separa a área verde de bairros residenciais com casas e prédios.
Terreno em Poá, no interior de São Paulo, que pertence à massa falida da Comabem Alimentação - Divulgação

O imóvel está localizado em Poá, no interior de São Paulo, no bairro Jardim Itamarati, embaixo de trecho do Rodoanel Mário Covas. Até o momento, cinco interessados se habilitaram para participar.

O pregão é totalmente digital, realizado pelo site da Positivo Leilões, onde estão o edital, documentos e orientações sobre habilitação e envio de lances.

A Comabem Alimentação Ltda foi fundada em 1985 no centro de São Paulo. A empresa atuou na emissão e administração de vales e tíquetes de alimentação, refeição, transporte e combustível. Em meio a dificuldades financeiras, recorreu à concordata preventiva, um mecanismo que seria equivalente, na década de 1990, ao que hoje é a recuperação judicial.

Com o agravamento da crise e o não cumprimento das obrigações com credores, o processo foi convertido em falência pela Justiça de São Paulo em 1996.

Intervenção no Rio é aprovada pela população- Alvaro Costa e Silva- FSP

 O Supremo Tribunal Federal adiou mais uma vez o julgamento que trata do mandato-tampão no Rio de Janeiro. Há divergências sobre o tema: eleição direta, indireta ou a manutenção do desembargador Ricardo Couto no comando do estado até a posse do novo governador. Com a proximidade das eleições, esta última corrente deverá prevalecer.

É uma intervenção velada, pois a letra fria da Constituição estadual determina que, em caso de dupla vacância (Cláudio Castro renunciou em março e o cargo de vice estava vago desde o ano passado), a escolha do novo governador deve ser realizada pela Assembleia Legislativa.

A intervenção, no entanto, parece milagrosa aos olhos da população. Pela primeira vez em décadas há um plano de governo para o Rio de Janeiro. O qual não incluiu escândalos de corrupção, infiltração do crime organizado, aparelhamento das instituições, uso da máquina para fins eleitorais, clientelismo e populismo, folhas de pagamento secretas, contratos fraudulentos (tendo como resultado a ruína financeira; R$ 19 bilhões de déficit público) e a revoltante rotina de prisões, condenações, impeachment, renúncias, inelegibilidades e uma sensação permanente de insegurança.

Homem calvo com óculos, terno preto e gravata azul fala segurando microfone com a mão direita e gesticula com a esquerda. Ao fundo, duas pessoas desfocadas, uma com terno cinza e outra com terno escuro e gravata listrada.
O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, discursa durante visita do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao Hospital Federal do Andaraí, na zona norte do Rio de Janeiro - Eduardo Anizelli - 28.jul.26/Folhapress

O atual ocupante do Palácio Guanabara poderá ser lembrado no futuro como Couto, o Breve, ou Couto, o Faxineiro. As nomeações do primeiro escalão priorizaram servidores de carreira. Exonerações de cargos comissionados ultrapassaram a marca de 6.000. A maioria dos demitidos nem sequer tinha senha no sistema. A economia prevista é de R$ 221 milhões.

Nos últimos dias, o governo anunciou a volta dos concursos para carreiras de planejamento e gestão; o investimento do BNDES em cinco projetos para ampliar o metrô, o VLT e o BRT na capital e na Baixada Fluminense; e a criação de um laboratório para transformar diagnósticos sobre milícia e tráfico de drogas em política de segurança.

Couto —cujo sonho é recuperar os bilhões do Rioprevidência entregue ao Banco Master— mostra o caminho. Que o próximo governador não escolha os desvios.

A grande transformação do atacado de cocaína, Gabriel Feltran, FSP

A partir de 2016, o mercado global de cocaína entrou em expansão acelerada. A ONUDC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime) estima que a produção tenha quase triplicado, de 1.400 para mais de 4.000 toneladas por ano.

Entre 2016 e 2023, as apreensões na Europa se multiplicam por seis (Euda - Agência da União Europeia sobre Drogas). Na França, a pureza da droga no varejo passou de 45% para quase 80%, enquanto o preço caiu 25% (OFDT - Observatório Francês de Drogas e Tendências de Dependência). Qualidade em alta, oferta crescente e preços em queda impulsionaram o consumo mundial.

Em Hong Kong, Japão e Coreia do Sul, as apreensões quintuplicaram entre 2016 e 2024 (dados: polícias, Justiça e alfândegas nacionais); na África, aumentaram mais de 20 vezes (ONUDC); na Austrália, triplicaram (Acic - Comissão Australiana de Inteligência Criminal).

Dois agentes da Polícia Federal e da Receita Federal observam um trabalhador de uniforme laranja que inspeciona grandes sacos brancos empilhados em ambiente fechado.
Polícia Federal apreende cerca de uma tonelada de cocaína no meio de uma carga de milho em um navio no Porto de São Sebastião (SP), em 2020 - 2.out.20 - Divulgação Polícia Federal

O Brasil? É não apenas a principal origem das apreensões de cocaína na Europa, desde 2019 (Euda), como um dos artífices dessa transformação.

Em 2022, comecei a estudar a inserção internacional do PCC no tráfico de cocaína, da Bolívia à Europa, passando por diferentes países. Os primeiros resultados da pesquisa já estão no ar.

Nosso principal achado é uma transformação radical no atacado de cocaína: surge uma "plataforma criminal" que concentra decisões, investe em qualidade, terceiriza operações e se torna global, como a Uber ou o AirBnb.

Mas essa plataforma não é digital. No seu centro há redes criminais dos Bálcãs, o PCC e poucas outras. Nas margens, operadores maiores ou menores na distribuição, sempre terceirizados, como os motoristas de aplicativo.

Quanto mais a plataforma é usada pelos traficantes locais, mais indispensável se torna. Antes, o atacado no Brasil era voltado sobretudo ao consumo interno, organizado por famílias de elite local que compravam na fronteira, e revendiam a droga ao elo seguinte. Intermediários-proprietários, da amazônia ao Paraguai. O resultado era um mercado fragmentado, preços e qualidade heterogêneos, contatos restritos. Modelo táxi.

No novo modelo, uma plataforma criminal de atacado, multiplicam-se contatos, profissionaliza-se a logística e abrem-se mercados. Gigantescas joint-ventures do crime podem comprar na fonte e entregar no mundo todo. No lugar de intermediários-proprietários, prestadores locais assumem todo o risco: numa apreensão, quem vai preso agora são caminhoneiros, pescadores, estivadores, pilotos, mergulhadores, mulas. Operadores financeiros, contadores para lavagem e advogados já são menos visíveis. Proprietários da droga e suas organizações criminais, invisíveis.

Com mais dinheiro, eles compram mais armas, mais corrupção e reinvestem mais: na infraestrutura da cocaína, mas também na finança, imóveis, empresas. O mercado ilícito cresce, portanto, menos por oferta ou demanda e mais por capacidade de intermediação.

Enquanto isso, nossa Segurança faz na fachada uma guerra estéril contra operadores terceirizados, substituíveis, e, atrás da cortina de fumaça, aparecem escândalos seguidos de corrupção sistêmica, que funcionam para proteger os mercados ilegais.

Essa mudança radical no atacado da cocaína de exportação, espinha dorsal dos mercados ilegais no Brasil, tem impactos diretos na nossa (in)segurança. 

Trump recebe banqueiro André Esteves nos EUA, FSP

 Mônica Bergamo

O banqueiro André Esteves, dono do BTG/Pactual, se encontrou com o presidente dos EUA, Donald Trump, no sábado (29).

A informação foi revelada pelo colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, e confirmada pela Folha.

Homem de terno azul escuro e camisa clara segura microfone e gesticula com a mão direita durante fala em evento. Fundo azul com elementos gráficos desfocados.
André Esteves, chairman do BTG Pactual, durante evento do grupo Esfera, em São Paulo (SP) - Eduardo Knapp - 25.ago.25/Folhapress

A reunião ocorreu uma semana depois de Lula conversar com Trump ao telefone, no dia 21, iniciando um degelo do governo brasileiro com a administração norte-americana, que passa por um dos momentos mais tensos da história das relações entre os dois países.

De acordo com interlocutores do banqueiro, a conversa girou em torno das possibilidades econômicas do Brasil nas áreas de energia, minerais raros e DataCenter, entre outras.

O banco de Esteves está buscando investimento nessas áreas.

O dono do BTG/Pactual informou o governo brasileiro de que estaria com Trump. Ele deve relatar a conversar a Lula.

O Brasil retoma nesta segunda-feira (31) as negociações comerciais com os Estados Unidos com auxiliares do petista céticos sobre a possibilidade de um acordo com os americanos.

Como mostrou a Folha, eles temem que o tarifaço imposto por Trump a produtos brasileiros se torne permanente caso o impasse se prolongue.

Um representante do governo lembra que as barreiras comerciais sobre aço e alumínio foram impostas ainda em 2018, no primeiro mandato de Trump. Joe Biden, seu sucessor, nada fez para revogá-las. Parte do governo receia que, sem avanços nas conversas com a gestão Trump, o cenário se repita com a sobretaxa de 25% aplicada com base em práticas comerciais do Brasil apontadas como injustas.

Esse integrante da equipe de Lula diz que o telefonema do presidente brasileiro para Trump, na semana passada, descongelou a relação e levou representantes da Casa Branca a procurarem o Palácio do Planalto. A relação entre os países estava tão desgastada que, se não fosse o telefonema, apenas uma proposta vantajosa aos EUA poderia destravar as negociações.

André Esteves é um dos convidados para um jantar de Lula com empresários marcado para esta segunda (31) no Palácio da Alvorada.

Entre os convidados estão também Roberto Setubal (Itaú) e Luiz Trabuco (Bradesco), e os empresários Joesley Batista (JBS) e José Seripieri Filho (Amil). Auxiliares de Lula afirmam que o jantar será oferecido a um grupo restrito, incluindo outros grandes nomes do PIB.

O movimento é paralelo a reuniões de dirigentes de empresas com o principal adversário do petista na eleição presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os convites para os empresários jantarem com Lula foram feitos antes de as reuniões do senador com grandes atores da economia se tornarem públicas.

Golpes do impeachment, Helio Schwartsman, FSP

 Há dez anos, em 31 de agosto de 2016, Dilma Rousseff (PT) era definitivamente afastada da Presidência da República, depois de ser julgada culpada de crime de responsabilidade pelo Senado. O evento deixou marcas na história do país, algumas das quais ainda se fazem sentir.

Para o PT, o impeachment foi um golpe. A palavra "golpe" é suficientemente polissêmica para permitir essa interpretação. Um de seus múltiplos significados é o de "revés", como na expressão "golpe do destino". E não há muita dúvida de que o afastamento representou um revés para a petista. Já a tentativa de imprimir ao termo "golpe" o sentido mais técnico de "ruptura constitucional ilícita" é mais problemática.

Dilma Rousseff (PT) durante declaração à imprensa após o Senado aprovar o seu impeachment - Pedro Ladeira - 31.ago.16/Folhapress

Dilma, afinal, havia perpetrado as pedaladas, que se encaixam na definição legal de crime de responsabilidade, e foi julgada pelos senadores em processo regular nos termos da Constituição.

Pode-se perfeitamente contestar a oportunidade política de o país ter procedido ao impeachment, mas não sua licitude. O processo, vale lembrar, foi conduzido sob a batuta do então presidente do STF, Ricardo Lewandowski, justamente para garantir que não houvesse ilegalidades. Se elas ocorreram, então Lula (PT) pôs um golpista no centro de seu governo quando convidou Lewandowski para ser ministro da Justiça em 2024.

Politicamente, o afastamento de Dilma serviu para acirrar a polarização afetiva, facilitando a instrumentalização da Lava Jato pelos que a conduziam e abrindo as portas para Jair Bolsonaro (PL). É verdade que o movimento de radicalização já estava em curso, como se verifica pela eleição de líderes da direita radical em outros países.

E o advento do extremismo não foi o único revés. Também involuímos no combate à corrupção. Uma das explicações para o centrão ter defenestrado Dilma foi a percepção de que o governo não conseguiria protegê-lo da Lava Jato. Se a aposta fracassou num primeiro momento, ela deu totalmente certo no segundo tempo. Como vaticinou Romero Jucá, a sangria acabou estancada, com Supremo e com tudo.


Judeus reagem a anúncio de Lottenberg como ministro de Flávio Bolsonaro e divulgam manifesto pró-Lula -FSP

 Mônica Bergamo

Um grupo de judias e judeus divulgou um manifesto no sábado (29) em apoio à reeleição de Lula.

A petição pública já alcançou 1.120 assinaturas até a manhã desta segunda (31).

O médico Cláudio Lottenberg, presidente da Conib, em jantar de confraternização do grupo Prerrogativas - Mathilde Missioneiro/Folhapress

Ela estava sendo discutida há algumas semanas no grupo Judias e Judeus Pela Democracia e ainda não tinha prazo para se tornar pública.

O coletivo decidiu, no entanto, antecipar o lançamento da carta de apoio em reação ao anúncio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em entrevista à TV Globo na semana passada, de que o oftalmologista Cláudio Lottenberg será seu ministro da Saúde caso ele seja eleito presidente em outubro.

Presidente do conselho deliberativo da entidade que administra o Hospital Israelita Albert Einstein, Lottenberg é também presidente da Conib (Confederação Israelita do Brasil).

O grupo que agora assina a carta quer deixar claro que Lottenberg não representa a comunidade judaica em seu apoio ao bolsonarismo.

Apoiadores do médico, por seu lado, afirmaram à coluna que a escolha de Flávio Bolsonaro não tem relação com a religião, mas sim com a capacidade técnica do presidente do Einstein.

No texto em que pedem assinaturas para o apoio a Lula, o grupo afirma que "depois de Flávio Bolsonaro anunciar Cláudio Lottenberg como ministro da Saúde — e nós já conhecemos bem essa história —, resolvemos adiantar e tornar pública a posição de muitos judeus e judias de esquerda: não estamos associados ao bolsonarismo".

O manifesto afirma que "diante, mais uma vez, da ameaça à frágil democracia que construímos no Brasil, nós, judias e judeus, nos manifestamos publicamente em apoio à chapa Lula e Alckmin nas eleições de 2026. Fazemos essa escolha face a uma sociedade em que discursos autoritários, inconstitucionais e de ameaça aos direitos humanos voltam a ocupar o espaço público como se fossem propostas políticas legítimas".

Assinam o texto intelectuais, advogados e artistas como Carlos Minc Baumfeld, Fabio Tofic Simantob, Iris Kantor, Jaques Morelenbaum, Lia Vainer Schucman, Lilia Katri Moritz Schwarcz, Diego Lajst, Manuela Ligeti Carneiro da Cunha, Natalia Timerman, Raquel Rolni e Tatiana Salem Levy.

Procurados, Lottenberg e a assessoria de Flávio Bolsonaro não se manifestaram.

Leia, abaixo, a íntegra da petição:

"Diante, mais uma vez, da ameaça à frágil democracia que construímos no Brasil, nós, judias e judeus, nos manifestamos publicamente em apoio à chapa Lula e Alckmin nas eleições de 2026. Fazemos essa escolha face a uma sociedade em que discursos autoritários, inconstitucionais e de ameaça aos direitos humanos voltam a ocupar o espaço público como se fossem propostas políticas legítimas
Não podemos normalizar discursos como "polícia atira para matar", nem propostas de regimes de exceção, perseguição a grupos sociais e retirada de direitos sendo defendidas em rede pública como parte natural do debate democrático. Uma democracia não pode tratar como apenas mais uma opinião aquilo que ameaça a própria democracia, transforma adversários em inimigos e faz da violência um projeto político.

Assinamos este manifesto também em lembrança de nossas histórias. Sabemos o que significa uma sociedade aceitar pouco a pouco o autoritarismo, a perseguição e a construção de grupos humanos como inimigos. Por isso, nossa memória nos convoca à defesa dos direitos humanos, das lutas sociais, do SUS, da igualdade racial, da justiça social e de todas as conquistas democráticas que permitem que diferentes grupos lutem por seus direitos.

Nosso apoio a Lula e Alckmin não significa acreditar que a democracia brasileira esteja pronta, nem que todas as transformações que desejamos estejam representadas nessa chapa. Significa reconhecer que há uma diferença fundamental entre lutar para ampliar direitos dentro de uma democracia e permitir que avancem projetos que ameaçam as próprias condições dessa luta. Defendemos uma sociedade em que nossas diferenças não sejam transformadas em ódio, perseguição ou inimigos a serem eliminados. Em 2026, estamos com Lula e Alckmin em defesa da democracia e da possibilidade de continuarmos lutando por ela."


Alcolumbre quer indicar Pacheco ao TCU sem sabatina e com aprovação em plenário até quarta- FSP

 Gabriela Echenique

Brasília

Com a renúncia do ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Bruno Dantas, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quer acelerar a indicação de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a vaga e discute enviar o nome do aliado direto ao plenário sem passar por uma sabatina.

Homem de terno preto, camisa branca e gravata azul claro levanta o polegar direito em sinal de positivo, sorrindo levemente. Ao fundo, parede de madeira com letras vermelhas parcialmente visíveis e outra pessoa de terno conversando de perfil.
Cerimônia de filiação do senador Rodrigo Pacheco no PSB, na sede do partido em Brasília - Pedro Ladeira - 01.abr.26/Folhapress

O caminho está pavimentado para que o nome do senador seja aprovado ainda nesta semana pelo Senado Federal.

O presidente do TCU, ministro Vital do Rego, deve formalizar a abertura da vaga ao Senado ainda nesta segunda (31). Enquanto isso, Alcolumbre já articula com senadores para levar a indicação de Pacheco ao plenário na terça (1º) ou, no mais tardar, na quarta-feira (2).

O presidente do Senado quer aproveitar a semana do esforço concentrado para aprovar o nome do amigo ao TCU antes das eleições.

A Constituição Federal obriga a realização de sabatina apenas de indicados pela Presidência da República. Pacheco será indicado pelo Congresso Nacional, inclusive com amplo apoio dos senadores.

A expectativa de aliados de Rodrigo Pacheco é que o nome dele seja aprovado com facilidade, por ampla maioria de votos. Depois, o nome vai para a Câmara dos Deputados para revisão e, em seguida, o resultado é promulgado pelo Congresso.