Os imóveis comerciais estão deixando de ser apenas vitrines e compras. Para sobreviver ao e-commerce, o varejo físico global está se transformando em polos de entretenimento e experiências imersivas. |
Tradicionalmente, a proporção de shoppings seguem o padrão 70% lojas e varejo tradicional e 30% praça de alimentação e lazer — e a métrica principal sempre foi faturamento de vendas diretas por m2. |
Agora, ao que parece, a proporção está se invertendo e a métrica “tempo de permanência do cliente” tem ganhado mais relevância. Os shoppings estão deixando de ser centros de consumo para virarem destinos de lazer. |
Espaços antes ocupados por grandes lojas de departamento agora dão lugar a arenas de e-sports, simuladores de golfe, parques temáticos e gastronomia gourmet. Em tempo de copa, até a pontos de trocas de figurinhas… risos. |
Os fatores de atração: |
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Boa parte do varejo de conveniência migrou para o digital. O papel do espaço físico parece, cada vez mais, ser gerar conexão emocional e entretenimento. |
sexta-feira, 5 de junho de 2026
O varejo virou espetáculo?, The News
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