Parecendo jogar parado, Flávio Bolsonaro aparece empatado numa pesquisa sobre o segundo turno contra Lula, e o Planalto acordou.
Flávio Bolsonaro não está tão parado quanto parece. Cinquenta e cinco apoiadores de sua candidatura pagaram para impulsionar críticas ao PT pelo desfile da Acadêmicos de Niterói. Receberam entre R$ 100 e R$ 300.
Essa técnica foi uma das marcas da campanha de seu pai, que gerou o Gabinete do Ódio.
Tudo bem, mas foi a escola de samba quem resolveu desfilar criticando as famílias conservadoras.
Zema de colete
Quando era um novato na política, o governador Romeu Zema queixou-se porque molhou os sapatos ao visitar uma região alagada.
Passou o tempo e o governador ilustrou-se, vestindo um colete-emergência. Mudou o modelo, e ele e sua equipe passaram a vestir um colete tão colorido que, pelo andar da carruagem, na próxima enchente irão à região inundada num carro alegórico.
Lula e seus herdeiros
Lula parece prestes a convencer Fernando Haddad a disputar o Governo de São Paulo. Hoje, o ministro da Fazenda não parece páreo para o governador Tarcísio de Freitas, que o derrotou há quatro anos.
Olhando a manobra com boa vontade, Haddad iria para o sacrifício porque não há melhor alternativa.
Olhando com má vontade, essa seria a quarta derrota eleitoral de Haddad. Como dizia um cacique oposicionista: "Lula é um urso que come o dono".

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