sexta-feira, 29 de março de 2013

BRASILEIRO MELHORA DE VIDA, no Valor



No Valor: 

RENDA DAS FAMÍLIAS CRESCE BEM ACIMA DO PIB PER CAPITA

Tainara Machado | De São Paulo

A renda familiar no Brasil avançou em um ritmo bastante superior ao do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos dez anos. De acordo com cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a renda domiciliar per capita da população brasileira aumentou 40,7% entre 2003 e 2011, taxa 13,3 pontos superior a apresentada pelo PIB per capita, que avançou 27,7% no período. Dentro do PIB, em consequência, a renda do trabalho tem crescido mais do que as rendas da “propriedade”, que envolvem, na conta do PIB, juros, dividendos e a própria remuneração do capital.
A diferença entre renda familiar e PIB per capita é ainda maior caso a conta per capita das famílias seja feita pelo critério de mediana, que mostra a tendência central. Marcelo Neri, presidente do Ipea, ressalta que, por essa ótica, fica mais evidente a melhora de vida do brasileiro médio: entre 2003 e 2011, a alta acumulada nessa métrica foi de 65,9%. As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



Delfim Netto, em O Globo, pág. 16, 25/3:

O Brasil assiste a um “processo civilizatório”:

A empregada doméstica virou manicure ou foi trabalhar num call center. Agora, ela toma banho com sabonete Dove. A proposta desses ‘gênios’ é fazer com que ela volte a usar sabão de coco aumentando os juros


Estadão, 24 de março, pág. B8, “emprego em alta pressiona inflação”

“Sem aumentar a taxa de desemprego será difícil manter a inflação sob controle num prazo mais longo -a inflação vai se acelerar lentamente.” 

De José Marcio Camargo, economista da gestora (sic) Opus

“A saída é frear a economia. Demitir mesmo !”

De Alexandre Schwartsman, ex-diretor de Politica Monetária do Banco Central, em O Globo, 25 de março, pág. 16

“O Governo não dá sinais de que quer abandonar a estratégia de estimular o consumo, e para isso toma decisões voltadas a manter salários reais elevados e o nível de desemprego baixo. (Para aumentar o PIB) … (teria que ) reduzir seus gastos correntes em proporção às receitas, grande parte das quais são transferências de renda às classes de renda mais baixas, responsáveis pela elevação do consumo.”

Affonso Celso Pastore, ex-presidente do Banco Central, pág B8, Estadão, 24 de março.
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