Os bancos estão cada vez menos presentes nas esquinas, e mais no seu celular. Mas isso não significa necessariamente custos menores… |
Os três maiores bancos privados do país — Itaú, Bradesco e Santander — fecharam 2.334 agências e postos de atendimento em 2025, acelerando uma tendência que já dura anos. Em uma década, o Brasil perdeu mais de um terço das agências bancárias. |
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A lógica é simples. Reduzir o chamado “custo de servir” e competir com fintechs e bancos digitais, como Nubank, Inter e C6, que já somam mais de 180 milhões de contas no país. |
O mais curioso é que, mesmo com os fechamentos de agências, os custos dos bancos continuam crescendo. |
No ano passado, o Bradesco aumentou suas despesas operacionais em 8,5%, chegando a R$ 64 bilhões. Já no Itaú, os gastos cresceram 7,5%, para R$ 66 bilhões. |
Na prática, os bancões estão trocando aluguel e manutenção de prédios por investimentos em sistemas, dados e pessoas de tecnologia — para evitar que os concorrentes mais novos ocupem ainda mais o mercado que sempre dominaram. |
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