Os imóveis comerciais estão deixando de ser apenas vitrines e compras. Para sobreviver ao e-commerce, o varejo físico global está se transformando em polos de entretenimento e experiências imersivas. |
Tradicionalmente, a proporção de shoppings seguem o padrão 70% lojas e varejo tradicional e 30% praça de alimentação e lazer — e a métrica principal sempre foi faturamento de vendas diretas por m2. |
Agora, ao que parece, a proporção está se invertendo e a métrica “tempo de permanência do cliente” tem ganhado mais relevância. Os shoppings estão deixando de ser centros de consumo para virarem destinos de lazer. |
Espaços antes ocupados por grandes lojas de departamento agora dão lugar a arenas de e-sports, simuladores de golfe, parques temáticos e gastronomia gourmet. Em tempo de copa, até a pontos de trocas de figurinhas… risos. |
Os fatores de atração: |
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Boa parte do varejo de conveniência migrou para o digital. O papel do espaço físico parece, cada vez mais, ser gerar conexão emocional e entretenimento. |
sexta-feira, 5 de junho de 2026
O varejo virou espetáculo?, The News
Governos Bolsonaro e Lula fizeram pouco ou nada contra o crime organizado; a soberania se deteriorou, OESP
O movimento de repulsa à decisão do governo Trump de considerar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas vem levando em conta apenas questões de soberania, como a eventual possibilidade de intervenção do governo dos Estados Unidos em negócios internos do Brasil.
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Não leva em conta que tanto o governo Bolsonaro como os três governos Lula nada ou quase nada fizeram para combater o crime organizado e, com isso, permitiram a deterioração da soberania do Brasil.
São organizações cuja atuação corrói as instituições; em seu lugar, implantam um Estado paralelo. Financiam-se com o narcotráfico, o tráfico de armas, a lavagem de dinheiro, o contrabando, a sonegação fiscal e a sujeição do cidadão comum a todo tipo de fraude e de extorsão.

Para você
Arrebatam das instituições estatais o monopólio do uso da força e sujeitam comunidades inteiras a seu comando. Lá, o Estado não entra ou, quando entra, deixa meia dúzia de policiais por apenas um ou dois dias para, logo em seguida, deixar o campo livre para a volta dos que lá estavam.
Essas organizações se infiltram nas administrações municipais. Onde podem, por meio de chantagens, ameaças ou simplesmente por meio de suborno, assumem secretarias de governo, os serviços de polícia, o controle das prisões e solapam o Poder Judiciário.
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Não há correntista de banco ou possuidor de cartão de crédito que não tenha sido vítima de fraudes ou de tentativas de fraudes. O roubo de celulares é pandêmico. E, no entanto, os governos assistem a tudo inertes. Limitam-se a fazer alguma estatística sobre ocorrências e deixam tudo solto.
Os últimos documentos do PT que se propuseram a definir diretrizes de governo elegem como inimigos a combater as elites neoliberais; os rentistas financeiros que concorrem, segundo eles, para endividar o trabalhador; a burguesia exploradora, que captura o espaço público e contribui para a precarização do trabalho. Mas silenciam sobre as atividades do crime organizado que solapam a vida democrática.
As propostas sobre política de segurança pública do PT são propositalmente vagas. Falam em Sistema Único de Segurança Pública e em uso obrigatório das câmaras corporais pelas polícias, mas não falam sobre a criação de mecanismos destinados a seguir os rastros do dinheiro ilícito que sustenta esses crimes para eliminá-los.
Em outubro de 2025, o presidente Lula declarou que os traficantes são “vítimas dos usuários”. Depois, tentou remendar, como se tratasse de “frase mal colocada”. Mas atos falhos desse tipo dizem mais. Dizem que, no DNA do PT, a maioria dos bandidos deve ser considerada vítima do sistema, e não inimiga do Estado e da classe trabalhadora.

Comentarista de Economia
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Uber anuncia demissão em massa com foco em funcionários de RH e cultura, FSP
A empresa de mobilidade Uber anunciou, nesta quinta-feira (4), a demissão de 23% de seus funcionários das áreas de recursos humanos, recrutamento e cultura, que inclui também o relacionamento com os motoristas.
O gigante do transporte por aplicativo disse que os cortes devem afetar cerca de 1% de seus 35 mil empregados, segundo memorando interno visto pela emissora americana CNBC. A companhia ainda mobiliza o trabalho de cerca de 10 milhões de motoristas parceiros.
Procurada, a Uber não esclareceu se os cortes vão afetar a sede da empresa no Brasil.

A demissão em massa, focada principalmente em cargos seniores, faz parte de uma reestruturação comandada por Jill Hazelbaker, diretora de assuntos corporativos recém-promovida a presidente da empresa de transporte por aplicativo. O objetivo é simplificar a gestão das equipes.
Diferentemente de grandes dispensas recentes em empresas de tecnologia, a Uber afirmou em entrevista à Bloomberg que os cortes não estão ligados ao uso de inteligência artificial generativa.
A empresa tem um centro de tecnologia na capital paulista, com cerca de 500 engenheiros. Em entrevista à Folha, o CEO da empresa Dara Khosrowshahi anunciou uma expansão para o Rio, investindo mais de R$ 2 bilhões em tecnologia.
Apenas no Brasil, são mais de 2 milhões de motoristas que trabalham com a Uber. "Estimamos que mais de 85% da população brasileira já usou a Uber de alguma forma", disse Khosrowshahi.



