A moda dos triatletas pegou. A Ironman — que organiza provas de natação, bicicleta e corrida — fechou 2025 com mais de 250 mil inscrições em 148 eventos no mundo. | ||
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Entre os iniciantes, o crescimento foi de 10% em um ano. Já os estreantes com menos de 30 anos mais do que dobraram desde 2019. Só na prova completa, a alta foi de 46% em um ano. | ||
Os jovens querem sexo, drogas e rock’n roll nadar, correr e pedalar. Na América do Norte, a média na prova completa passou de 42,5 para 40 anos. No top tier, a campeã mundial da modalidade feminina tem 28 anos, assim como o vice-campeão masculino. | ||
Por que isso importa? Só a cidade de Florianópolis — sede de uma das principais provas no país — movimenta +R$ 70 milhões na economia local durante o evento. Os profissionais dividem um prêmio anual de US$ 6M. | ||
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O esporte, antes associado a atletas veteranos, está rejuvenescendo, e as vagas estão cada vez mais disputadas. Para se ter ideia, 32 provas da temporada se esgotaram apenas neste ano. |
O hype é global. A França já é o segundo maior mercado de triatlo do continente, com +31% de estrangeiros. Na América Latina, o México responde por quase 1/4 dos atletas da região. O Oriente Médio também vai receber sua primeira prova completa em Omã.
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