Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre os “nem-nem”, que são as pessoas que nem estudam, nem trabalham. Acontece que a tendência oposta começou a surgir no Brasil. | |||||||
Isso porque a fatia de trabalhadores brasileiros que também estudam subiu de 13% para 15% entre 2019 e 2025. O crescimento representa um avanço de 27% nesse grupo, mais que o dobro do ritmo de quem só trabalha. Já os “nem-nem” encolheram 25% no mesmo período. | |||||||
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Parte da explicação está na mudança do ensino superior brasileiro. Em 2024, pela primeira vez, as matrículas a distância (EaD) ultrapassaram as presenciais no país, o que ajuda a explicar como mais gente concilia diploma com carteira assinada. | |||||||
A rotina dupla compensa? Na maioria dos casos, sim. Entre os maiores de 50 anos, quem segue fazendo os dois ganha em média 40% a mais que os que só trabalham. A exceção é a faixa de 18 a 24 anos, que rende 3,1% a menos. | |||||||

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